BLOG | Chris Lopo


07 de fevereiro de 2009
6:40 - Sobre seriados de TV

Clique na imagem para ampliar Ultimamente tem acontecido algo um tanto estranho comigo. Todos os dias eu acordo por volta de 6:40 e não consigo dormir mais. Independente da hora que eu vá dormir, pode ser 11 da noite ou 2 da manhã, eu acordo as 6:40 e o sono se vai. Por exemplo: agora são 7:56 e eu sinto um pouquinho de sono. Estou na frente da TV assistindo Smallville, da Warner Channel, e mesmo sendo um seriado muito ruim, não me dá sono.

Eu nunca entendi essa história, ou como eles conseguiram transformar uma fábula mirabolante em algo entediante. Apesar de gostar de alguns seriados, como Two and a Half Men e Mentalist, ambos da Warner Channel, não consigo gostar dos hypes da TV. Agora mesmo Lois está para se casar com Lex Luthor enquanto Clark está envolvido com outra mulher mas... Peraí! Eu vi todos os filmes do Super-Homem, achava que conhecia toda a história e agora os caras vêm com um seriado que mostra o que aconteceu antes de todos os filmes e são fatos que... nunca aconteceram!

O Clark de Reeve tinha receio de se expor. Nem sua amada sabia quem ele realmente era. Muito tempo foi necessário para ele se mostrar, ao menos para Lois, e no seriado ele sai voando junto com uma estranha qualquer (com um efeito muito inferior ao usado nos filmes com Christopher Reeve). Como podem destruir uma história tão boa?

Outro seriado que eu não entendo tamanho sucesso é Friends, mais um da Warner (que costumava ser da Sony, alguém lembra?). Como é que um grupo de amigos consegue permanecer intacto durante 10 anos, e sem interferência externa? Nenhum deles fez nada de interessante durante 10 anos. A vida girava em torno daquela amizade um tanto idiota.

Agora vou pegar um pouco mais pesado: Lost (AXN/Globo). Quando começou a primeira temporada, todos os meus amigos estavam vidrados nisso. Eu lembro que toda quarta pela manhã pintava episódio novo na Internet. Era um corre corre. Quem conseguia baixar primeiro distribuía cópias. Na época o seriado não passava em canal algum da TV brasileira. O único modo de ver era mesmo baixando. Eu inclusive ficava impressionado com a agilidade que a turma das legendas trabalhava.

Lost, pra mim, é uma das maiores enganações que já apareceram na TV. Quando começou a terceira temporada eu resolvi, devido à muita insistência dos amigos, ver a primeira temporada inteira, pra tentar desfazer aquela imagem de seriado mal feito que alguns episódios me passaram. A conclusão foi que, para cada mistério resolvido, surgiam mais 15. Alguns amigos tentavam ir a fundo na física, química e matemática para tentar explicar algo que nem o pessoal que criou a série sabia o que era. Eu acho que o esquema funcionava da seguinte maneira: vamos colocar algo inexplicável e ficar cuidando os fóruns na Internet. Quem tiver a idéia mais mirabolante sobre aquilo acaba servindo como base pra continuação da história. O falatório em cima de Lost era tamanho e eu nunca entendi como é que um avião explode no ar e 3 grupos de pessoas sobrevivem em diferentes partes de uma ilha, e eles nunca se vêem. (Nota: me desculpe se essa parte já foi desvendada, afinal parei de assistir o seriado na primeira temporada)

Quando eu achava que nada poderia ser pior que Lost vem algo chamado Big Brother Brasil. Caceta! O que vai mudar a minha vida saber que um cara lá que nunca fez nada de diferente na vida, além de ser promoter de boate, foi pro paredão? Qual aprendizado se tira de um programa desses? O pior de tudo é pra quem trabalha em empresas que existem colegas que assistem isso. Durante anos, quase todas as manhãs, algum colega meu vinha perguntando "tu viu ontem? Fulano e ciclana foram pra baixo das cobertas!" e, na sequencia, eu sempre emendava um "quem?" Era engraçado porque, no geral, a pessoa vinha com um "tu é um chato! Não assiste Big Brother não?" Infelizmente não, eu estava ocupado demais vendo um filme, lendo um livro, fazendo música ou simplesmente inventando alguma coisa para a janta.

E não consigo gostar de seriados que usam a vida real para explicar algo inexplicável. Terminator - The Sarah Connor Cronicles (Warner Channel, mais uma vez) mostra todos os dias um cara fugindo das máquinas que querem destruí-lo. Conseguiram tirar o brilho do californiano "I'll be back". É de se entender o motivo de Arnold Schwartzenegger não querer mais chegar perto de um de seus principais papéis do cinema: mataram uma história que era muito boa.

Enquanto isso aquele seriado em que um irmão é completamente galinha enquanto o outro é completamente apaixonado pela ex, casos que existem na vida real, tomam meu tempo e até fazem eu gastar alguns trocados comprando temporadas inteiras. The Mentalist é muito engraçado porque o personagem principal joga um verde o tempo todo e... Se dá bem! Altamente manipulador, ele faz as pessoas falarem o que ele quer ouvir, usando apenas uma falsa sessão de hipnose ou trapaceando no poker.

E, por último, um dos maiores seriados de todos os tempos: Alf. Esse eu nunca me canso de ver. É como Simpsons (Fox/Globo), Aqua Teen (Adult Swim, no Cartoon Network), Animaniacs (Warner Channel/Globo) e muitas outras comédiasque sempre arrancam boas risadas.

Bom, agora são 8:24. Hora de desligar o computador e procurar fazer alguma coisa pra preencher a manhã. Que tal começar com um café?

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30 de novembro de 2008
Saiba como ajudar Santa Catarina

A Defesa Civil de Santa Catarina fez a lista do que os desabrigados pela chuva mais precisam. A lista é a seguinte, por ordem de importância:

- Água potável
- Alimentos prontos (bolachas, biscoitos, barras de cereais, latas de sardinha e carne enlatada, salsicha e outros mantimentos de fácil manuseio e não perecíveis)
- Material de higiene pessoal, como escovas e pasta de dente, sabonetes, absorventes femininos e fraldas descartáveis
- Produtos de limpeza

Recomendações da Defesa Civil Nacional aos cidadãos e instituições doadoras de ajuda humanitária de todo o Brasil

Segundo procedimento internacionalmente aceito, a tarefa de levantamento de necessidades para materiais de doação é executada por pessoal com experiência adequada em desastres.

As doações de gêneros alimentícios e materiais deverão complementar ao esforço estadual e federal para satisfazer as necessidades locais, onde ocorreu um desastre. Os doadores sempre devem consultar as autoridades que estão gerenciando a situação de desastre para averiguar a real necessidade de doação, de gêneros e da quantidade antes de iniciar qualquer campanha de arrecadação.

O grande problema gerado por uma doação desorganizada é a não correspondência com as necessidades locais e, pior ainda, ter que desviar a atenção de pessoal que atende as mais variadas necessidades para classificar, agrupar e rotular o material doado. É extremamente necessária a classificação, preferentemente, por idade, sexo e outras variáveis como tamanho e utilidade.
É fundamental seguir alguns princípios básicos para doação:


* Antes de efetuar doações procure informações de necessidades levantadas pela Defesa Civil de seu Estado ou Município, ou em quartéis de Bombeiros ou Polícia Militar, por exemplo;
* Todas as doações devem beneficiar a quem recebe e não a um sentimento pessoal de solidariedade e ajuda humanitária;
* Atentar para a qualidade do material doado;
* Respeitar os anseios da Defesa Civil que está gerenciando o desastre e que busca responder as necessidades imediatas da população afetada; e
* Estabelecer uma comunicação eficaz entre o doador e autoridade de Defesa Civil local onde ocorreu o desastre.


Toda ajuda é importante, mas haverá sempre um momento adequado para recebê-la.

Para quem preferir ajudar em dinheiro, a Defesa Civil de Santa Catarina informa que há contas bancárias para receber doações. As contas são:


* Banco/SICOOB SC - 756 - Agência 1005, Conta Corrente 2008-7
* Caixa Econômica Federal - Agência 1877, operação 006, conta 80.000-8
* Banco do Brasil – Agência 3582-3, Conta Corrente 80.000-7
* Besc – Agência 068-0, Conta Corrente 80.000-0.
* Bradesco S/A - 237 Agência 0348-4, Conta Corrente 160.000-1
* Itaú S/A - 341, Agência 0289, Conta Corrência 69971-2
* SICREDI - 748, Agência 2603, Conta Corrente 3500-9
* SANTANDER - 033, Agência 1227, Conta Corrente 430000052



IMPORTANTE: Ao fazer uma doação, certifique-se que o nome da pessoa jurídica responsável pela conta seja "Fundo Estadual da Defesa Civil", com o CNPJ é 04.426.883/0001-57. Existem pessoas inescrupulosas que estão dando números de contas particulares para doação.

MUNICÍPIOS: Alguns dos municípios afetados também abriram contas para ajudar suas comunicades afetadas, os números das contas e bancos podem ser consultados pelo 199 na Defesa Civil de cada cidade.
Conta Ilhota: Banco do Brasil - Agência: 3148-8, Conta Corrente 90.000-1

Na TV
A Rede Record, através do Instituto Record de Responsabilidade Social, também disponibiliza uma conta para ajuda às vítimas da tragédia:
Banco Bradesco - 237
Agência: 0922-9
c/c: 2500-3
Instituto Record de Responsabilidade Social
CNPJ: 07.669.797/0001-63
código swift: BBDEBRPSPO

Quem vive no exterior pode fazer transferências eletrônicas até mil reais (R$ 1.000,00). Para outras formas de depósito você deve levar os dados da conta mais o código Swift do Bradesco no exterior.

A Defesa Civil informa que o cadastro de voluntários, como médicos, enfermeiros e outros profissionais, pode ser feito no site da Secretaria de Saúde: www.saude.sc.gov.br

O Portal G1 divulgou uma lista de telefones e sites para as pessoas que desejam mais informações:

CEDEC/RS - Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Rio Grande do Sul
www.defesacivil.rs.gov.br
Fone: (51) 3210-4219

DEDC/SC - Diretoria Estadual de Defesa Civil de Santa Catarina
www.defesacivil.sc.gov.br
Fone: (48) 4009-9816

CEDEC/PR - Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Paraná
www.defesacivil.pr.gov.br
Fone: (41) 3212-2915

SEDEC/RJ - Secretaria de Estado da Defesa Civil do Rio de Janeiro
www.defesacivil.rj.gov.br

CEDEC/SP - Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de São Paulo
www.defesacivil.sp.gov.br
Fone: (11) 2193-8888

Coordenadoria Municipal de Defesa Civil - São Paulo - Telefone: 199
Cruz Vermelha - São Paulo - Telefone: 11-5056-8665 / 5056-8664 / 5056-8667

CEDEC/MG - Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais
www.defesacivil.mg.gov.br
Fone: (31) 3236-2111

CEDEC/ES - Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Espírito Santo
www.defesacivil.es.gov.br
Fone: (27) 3137-4441

SIDEC/DF - Sistema de Defesa Civil do Distrito Federal
www.defesacivil.df.gov.br

CEDEC/MS - Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Mato Grosso do Sul
www.defesacivil.ms.gov.br
Fone: (67) 3318.1078

CORDEC/BA - Coordenadoria de Defesa Civil do Estado da Bahia
www.defesacivil.ba.gov.br
Fones: (71) 3115-4228/ 3371-6691/ 3371-9874

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01 de novembro de 2008
O nascimento de uma nova edição

Clique na imagem para ampliar Eu sei que não sou um blogueiro muito assíduo. Confesso que deveria escrever mais aqui, afinal das contas além de editor da revista, ainda sou colunista e web developer. Mas toda a correria do dia-a-dia, trabalho e mais trabalho, minha banda, é tanta coisa que, quando eu sento pra escrever sobre arte, não sei o que escrever. Dá um branco, acredito que seja comum com pessoas que passam o tempo correndo e, quando sentam pra fazer algo que demanda certo tempo acabam... dormindo. E, antes que você pense, sim, estou rindo neste exato momento. Este novo site da Revista nasceu de uma necessidade que víamos de deixar o visual mais agradável. Esta vai ser a primeira vez que eu falo de um trabalho abertamente.

Eu sou uma pessoa muito perfeccionista. Não sou virginiano, sou de escorpião. Desde pequeno fui educado pela minha mãe a ter responsabilidade sobre assuntos que envolvem outras pessoas. Às vezes me considero muito vagaroso, pois enquanto estão voltando com o bolo, eu ainda estou conferindo a receita, pra ver se tudo está indo de acordo. Defeito ou qualidade, quem deve me dizer isso é você, caro leitor.

O fato é: NASCEU O NOVO SITE! Eu e a Fernanda ficamos loucos estes últimos dias, imersos em códigos e pesquisa de imagem, criação e correção de textos, Two and a Half Man (meu seriado predileto, que passa no canal da Warner) e o livro A Cidade do Sol, de Khaled Hosseini, que comecei a ler esta semana.

Coloquei a imagem da minha tela de trabalho. O site aberto, junto com o programa que transfere arquivos para o servidor e o meu grande amigo Taco HTML Edit, que me ajuda durante horas e horas com sua tela transparente (e chique) e seus códigos verdinhos que lembram aqueles monitores de fósforo verde. Quem não usou não sabe o charme que é hoje em dia dizer "eu usei um monitor de fósforo verde!" Ok! Não é nem um pouco chique, mas mostra que eu sou um velho saudosista.

Uma das coisas que nós implantamos, e que era muito requisitada tanto pelo pessoal que escreve quanto pelo pessoal que visita, é a parte de comentários no blog, que recebeu uma plástica brutal. Antes tínhamos apenas o último texto escrito e a imagem pequena. Agora temos os 3 últimos textos, paginação, a imagem amplia (experimente clicar na minha imagem e veja o que uma maravilha chamada LightBox faz pelos programadores do mundo) e, sei que já citei mas tenho que falar de novo, os comentários.

Está aí o novo site da Revista. Quanto a parte da Revista em si, deixo para a Fernanda comentar, pois o trabalho dela foi excepcional.

Parabéns a todos os que colaboram e que lêem! É isso o que motiva a gente querer trabalhar cada vez mais e mais nesta revista que, pra mim, é única.

Obrigado a todos!

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Chris Lopo
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Gaúcho. Trabalha com Web Design desde 1997. Hoje é, além de web designer, designer gráfico, ilustrador e tenta emplacar sua banda de rock.


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